Furio Lonza
Furio Lonza é um cara maneiro. Se você nunca leu, deveria. Não conhece? Então você não se lembra do Gonzo, e nem conhece a Chiclete com Banana, não lia o Idéias quando o do Brasil ainda era Jornal. Nunca ouviu falar de As mil taturanas douradas, Eric com o pé na estrada, O que é isso maconheiro, isso só pra falar de poucas. Não estranha o nome, Furio é italiano. Italiano do bem, diga-se de passagem, que depois de passar por São Paulo escolheu o Rio como cidade pra enterrar o umbigo, olha só. Mesmo sem aquela pizza.
Se você não conhece, disfarça bem de fininho, pra não passar vergonha. Afinal de contas você não quer passar por alienado, não. Longe de você. Enquanto sai atrás dos livros e do tempo perdido, vai logo dando uma olhadinha ali naquele menu bacana à direita, onde o degas colocou 3 contos. Mas vai, começa por esse conto aqui, que faz seu debut aqui no um dia a menos, e faz parte de um livro ainda inédito com o título bacana de Todas as Mulheres que Amamos.
Não é que foi por pouco?
–saff


