wordless

E a primavera no Rio chegou junto com um calor abafado, promessa realizada da chuva que começa a cair agora.

Mas a primavera foi assunto ontem. E hoje está uma beleza de assunto para post. Não é sempre, embora seja frequente, que tentam vender a Bélgica no e-bay. E não é sempre que a Google resolve lançar um cabo transpacífico, que comecem a surgir rumores de uma nova rede social georeferenciada também por aquela empresa de Mountain View, e mais uma outra quartorzena de outros temas, com graus variados de interesse aos meus 16 leitores …

Mas o assunto mesmo de hoje não vai ser nenhum desses. E dessa vez não vai ser escrito. Porque? Porque o assunto de hoje é a conversa que não aconteceu.

O homeopata tenta explicar como algo tão diluído consegue funcionar através da memória da água. Quem sabe o silêncio não carrega um traço, uma memória do que não foi dito?

Não tenho essa resposta. E já escrevi demais sobre o que não vou escrever. Melhor seria apagar esse texto inteiro, e no seu lugar deixar só Baden Powell, em grande forma. Sem palavras.

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–saff

3 Responses to “wordless”

  1. Paulo Lima Says:

    Como ler as entrelinhas de frases cortadas por linhas? Estou desorientado.

  2. joice Says:

    parafraseando (ou subvertendo?) wittgenstein.. o que não pode ser dito, precisa ser (ar)riscado.

    speechless,
    j.

    p.s: a música, que é o que interessa, é linda demais..

  3. saff Says:

    Paulo, deve ser rebarba da embriaguez do final de semana, nada a ver com o post.
    Joice, deveria tudo (ar)riscar, mas no final termino (rab)isca(ndo). No way out.

    (-:
    –saff

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