wordless
E a primavera no Rio chegou junto com um calor abafado, promessa realizada da chuva que começa a cair agora.
Mas a primavera foi assunto ontem. E hoje está uma beleza de assunto para post. Não é sempre, embora seja frequente, que tentam vender a Bélgica no e-bay. E não é sempre que a Google resolve lançar um cabo transpacífico, que comecem a surgir rumores de uma nova rede social georeferenciada também por aquela empresa de Mountain View, e mais uma outra quartorzena de outros temas, com graus variados de interesse aos meus 16 leitores …
Mas o assunto mesmo de hoje não vai ser nenhum desses. E dessa vez não vai ser escrito. Porque? Porque o assunto de hoje é a conversa que não aconteceu.
O homeopata tenta explicar como algo tão diluído consegue funcionar através da memória da água. Quem sabe o silêncio não carrega um traço, uma memória do que não foi dito?
Não tenho essa resposta. E já escrevi demais sobre o que não vou escrever. Melhor seria apagar esse texto inteiro, e no seu lugar deixar só Baden Powell, em grande forma. Sem palavras.
–saff


September 24th, 2007 at 6:30 pm
Como ler as entrelinhas de frases cortadas por linhas? Estou desorientado.
September 25th, 2007 at 10:28 am
parafraseando (ou subvertendo?) wittgenstein.. o que não pode ser dito, precisa ser (ar)riscado.
speechless,
j.
p.s: a música, que é o que interessa, é linda demais..
September 26th, 2007 at 6:51 pm
Paulo, deve ser rebarba da embriaguez do final de semana, nada a ver com o post.
Joice, deveria tudo (ar)riscar, mas no final termino (rab)isca(ndo). No way out.
(-:
–saff