Dagur íslenskrar tungu
Nesses dias em que não se tem muito a celebrar, recorro à wikipédia para arranjar motivo de festa. Para minha felicidade, raras foram as vezes onde ela me falhou.
Desta vez, caro leitor, descobri que hoje é o dia do Islandês. Islandês, língua em que se viu escritos os primeiros romances, na forma das Íslendingasögur. Isso no século XIII (Ah, o século XIII …). Muito antes do resto do mundo fazer algo parecido.
Mas como Borges disse, o destino dos nórdicos é que não se lhes dê atenção.
Não sou nórdico, nem viking, mas creio que os compreendo. Por isso lhes trago para vosso desfrute, direto das terras de Snorri Sturlson, “They Made Frogs Smoke Until the Explode”, com múm -
Góða helgi!!
–saff


November 16th, 2007 at 9:59 am
dia importantíssimo, não tenho a menor dúvida.
vou comemorar ao estilo Halldöra Gudmundsdöttir: cerveja quente.. com gelo! : )
November 17th, 2007 at 12:01 am
aos baldes, ao que me parece, não é, joice?
–saff
November 21st, 2007 at 3:14 pm
Ah, o século XIII… eu era feliz e não sabia… Ah, o século XIII… Ah, o século XIII !
Basta. Ah, o século XIII
November 24th, 2007 at 2:31 pm
É verdade … os anos felizes no Languedoc, antes que Roma soltasse seus cães sobre nós. O terrível Agosto em Carcassone, a fuga, os dias em Magrathea. Simon Magus, o vinho, o aprendizado, os rituais …
–saff
December 2nd, 2007 at 11:46 am
Enfim o “mass media” rompeu a barreira e trouxe informações sobre a Islândia. Não duvido que a fonte central da matéria de O Globo deste domingo tenha sido o bom amigo Saliel. Será um preparativo para as semanas de celebração?
Ahhh, o século XXI…
Sr. Lima, convalescente
December 2nd, 2007 at 1:41 pm
Sniðugt! Não havia reparado na notinha, Paulo. Preciso acelerar meus estudos. Takk kærlega!
–saff
December 2nd, 2007 at 6:40 pm
… sabe q essa história de “primeiros romances” dá um quebra-pau terrível entre todos os nerds da Academia né? todo mundo quer ter o “primeiro romance”… os japas dizem q foi Genji Monogatari do sec. XI, os gregos tem uns lá cujos nomes já esqueci… (lá na uerj tem uma professora xará minha q é especialista neles) mas q são beeeem velhos… enfim.