O bando de cá

A tarefa da adivinhação é às vezes dura. Mas o exercício da leitura de sinais nunca deve ser abandonado. Mesmo quando não há nada a ler por aqui, quando tudo que o éter nos tem a dar é o ruído branco residual do início dos tempos. Não devemos abandonar a leitura nunca! Sob pena de termos os olhos embotados, acostumados às frivolidades do óbvio.

Quando não temos nada por aqui, viramos os olhos para o antanho, que nos acompanha sempre. E temos também o alhures.

Sinais abundam alhures.

Vemos que o Sol incia seu período de fúria. Começa o novo ciclo de 11 anos. Percebemos coisa impensáveis, como o galáxias no combate.

Abundam, não param. Sejam as estranhas emissões de radiação gama onde nada devia existir ou mesmo aqui perto, no cinturão dos asteróides, Vesta nos apresenta cada dia um novo problema. Vemos que existe o bastante para ocupar o tempo, sem que se perca nem um minuto contado.

E enquanto não chega a hora, seguimos contando os minutos.

–saff

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2 Responses to “O bando de cá”

  1. Paulo Lima Says:

    No meu caso que digamos, não é tão específico, eu ouço. Sê bem vinda ionização amada! Viva o DX!

  2. saff Says:

    hmmmm

    até que enfim um sinal …

    –saff

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