A casa mais silenciosa
De onde vim eu sei
Não se sabe o que pode acontecer
Só quero acreditar que tudo pode ser
De onde vim eu sei
Não se sabe o que pode acontecer
Só quero acreditar que tudo pode ser
Maria Alice diz que esse blog está masculino demais. Paulo Lima reclama que eu não falo mais de cachaça e suspeita de algo. Izabel está com enxaqueca.
Eu não sei sobre o que escrever. Sobre o tiroteio misterioso que acordou todo mundo aqui em casa hoje de manhã? Sobre o Bloomsday e a Guiness que compartilhamos com as visitas ontem na cozinha enquanto as meninas ouviam e dançavam músicas da Disney?
Daqui a pouco tem festa dos Azeredos, evento importante. Muitas interjeições, e evidências de que apesar de tudo, o tempo passa. Eu, que sou Azeredo do proverbial sangue ruim e não de sobrenome, estarei lá para comemorar o aniversário do Saliel, entre outras coisas.
Talvez escreva alguma coisa mais tarde, quem sabe não aparece uma idéia?
–saff
Definitivamente esse blog só atrai atenção quando fala de bebida …
Deixo essa para os diletos leitores aproveitarem o restinho do fim de semana
Strange Brew
eric clapton, gail collins and felix pappalardi
Strange brew — kill what’s inside of you.
She’s a witch of trouble in electric blue,
In her own mad mind she’s in love with you.
With you.
Now what you gonna do?
Strange brew — kill what’s inside of you.
She’s some kind of dæmon messing in the glue.
If you don’t watch out it’ll stick to you.
To you.
What kind of fool are you?
Strange brew — kill what’s inside of you.
On a boat in the middle of a raging sea,
She would make a scene for it all to be
Ignored.
And wouldn’t you be bored?
Strange brew — kill what’s inside of you.
Strange brew, strange brew, strange brew, strange brew.
Strange brew — kill what’s inside of you.
–saff